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rasta nao é religião, rastafari é a forma de viver !

o amor é uma psicodelia !

deeespreeeeocupaaaaaaar. grande maju s2

into the wild

"o amor sob o efeito do filtro dos sonhos, e os amantes na separação e na morte, que sugerem o impasse e as incertezas do amor humano. é uma reflexão do filme tristão e isolda… pode ser nossa história também"

nam myoho renge kyo

kkk vamos ao melhor do dia kk foi criativo. gostei

mãe, to viciado em mímica :(

chapadasso

in positive vibrations

TETO DE VIDRO


todos temos, não adianta disfarçar. todos quebram, e uma hora vai quebrar, isso é inevitável, isso é questão de tempo. não adianta contar com releituras ou reparos, alguém vai acabar jogando uma pedra… mesmo o vento.
cuidado, é necessário lembrar que se o teto vizinho quebra, o seu também pode quebrar. e vale relembrar que se você joga uma pedra, o vento pode levar ela para o seu teto.
essa questão do teto de vidro é importante! porque nem sempre as coisas acontecem do jeito que a gente espera ou planeja.
agora esquece essa brisa, brigue. a meta é proteger com dignidade o seu teto de vidro. vê se não crie atalhos, nem atropele a lavoura.
porque a vida não passa de um livro aberto, você pode escrever a história mas não pode impedir que outros leiam ou que algum engraçadinho acabe tomando conta do conteúdo de alguma página. pronto, ta feita a reflexão.
já que nosso teto é de vidro, aproveite seu tempo em casa, olhe pro céu, durma observando estrelas. a gente precisa se saciar também. é questão de consciência livre e arbitrária.
por mais quebre o teto de vidro, eu ainda prefiro conviver com meus cacos, não vou fazer uma laje de madeira!

e me encontro nas loucuras de um chapeleiro maluco. é tudo uma questão de subconsciente subversivo, afrontando o fado, mas portando o dom de ser feliz sendo ele mesmo, ainda que louco, ou melhor, com a vantagem de ser louco. 
caracterização: Chapeleiro Maluco
maquiagem: Lorena de Paula

e me encontro nas loucuras de um chapeleiro maluco. é tudo uma questão de subconsciente subversivo, afrontando o fado, mas portando o dom de ser feliz sendo ele mesmo, ainda que louco, ou melhor, com a vantagem de ser louco.

caracterização: Chapeleiro Maluco

maquiagem: Lorena de Paula

"Somos Foi um descomeço. Lutamos e amamos enquanto suportávamos, tivemos que fazer uma pausa, um quase fim, uma quase desafirmação do amor. Arrancamos raízes recém fincadas, paramos bruscamente antes do semáforo mostrar a cor amarela, rompemos algo que sequer existia, apagamos o rascunho… É que nossos argumentos eram insustentáveis e nossos sentimentos não plenos. Tínhamos que vadiar mais um pouco pra chegar a conclusão de que nos encaixamos tanto em nós e isso anula a possibilidade de outro encaixe tão perfeito. Tivemos que experimentar o gosto amargo de tentar algo com outrem para perceber o quão doce podia ser nosso “semi relacionamento”. Tivemos que parar de esperar para ver que o mais conveniente era esperar. Tivemos que renovar os argumentos e incrementar os sentimentos. Percebemos que por maior que seja a separação física existe um valor extremamente maior de aproximação emocional. Percebi que isso é um argumento válido, valioso, pra responder (à mim mesma) quando me questionam as intenções com essa “perca de tempo”.
Calma aí, é só o prefácio… Estamos vivendo a expectativa da historia mais linda das linhas dos tempos. Aprendemos que a ausência seria somente uma forma explicita de ressaltar a diferença que um faz na vida do outro. Que parcialmente “com” pode não ser bom, mas totalmente “sem” passa de ruim, passa de péssimo. Nunca estamos inteiramente juntos, mas, se totalmente separados não funcionamos. Foi necessário essa pausa pro lanche estragado, esse tempo pra respirar que acabou sufocando-nos. Foi necessário aprender na dor o que não entendemos no amor. Somos apaixonados, impossibilitados de exercer nossa paixão por tempo ilimitado, porém conformados. Sim, nos conformamos pois não adianta bater cabeça se sabemos que nos queremos e basta. Doeria bem mais do que já dói se continuássemos indignados com a capacidade maligna do destino de separar assim nossos destinos… Agora pensamos pelo lado bonito, pelo lado que nos impulsiona, que nos guina sem nos derrubar, que nos fez “despausar”, continuar, recomeçar, reamar… Eu sou yang e você yin.
A representação plena de um todo completo, somos um encaixe natural, um encontro de duas almas -velhas amigas. Um afago na solidão um do outro. Um chamego meu na sua frustração e um cafuné seu na minha dor. Somos amor, amor."

-  Com carinho, sempre sua, Mari.

tem que ser três pra suportar tudo no nosso subconsciente

ao que materializar

a quem se entregar

ao subverter

ao viver

ou acabar